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#Vídeo: Policial militar de folga invade casa e agride mulheres com cassetete em município de Santa Catarina

As mulheres da casa filmaram o agressor e disseminaram as imagens nas redes sociais; a Polícia Militar de Santa Catarina se pronunciou sobre o caso.

Um vídeo que circula nas redes sociais tem chocado a população de Lages, município de Santa Catarina. Nas imagens, o policial militar identificado como Marcio Hugen, que estava afastado do trabalho, entra em uma casa e começa a agredir jovens mulheres com um cassetete. Ele desfere golpes no rosto, nas costas e nos braços das jovens. As agressões começam depois que uma mulher entra no apartamento e tenta tirar o celular de uma das jovens, que gravava a ação.

Relatos nas redes sociais apontam que a discussão teria começado porque as mulheres comemoravam a aprovação de uma delas na faculdade. Quatro delas são moradoras do apartamento, e uma quinta jovem estava no local. O policial, que mora no mesmo prédio, teria ido até o apartamento porque estava incomodado com o barulho. Em nota, a Polícia Militar de Santa Catarina afirma que tomou ciência dos vídeos e imagens disseminados em redes sociais e que instaurou procedimento correcional competente para apuração.

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O apartamento de quatro estudantes da UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina), em Lages, foi invadido por um vizinho policial, que agrediu as jovens com um cacetete, na noite desta segunda-feira (3). As mulheres comemoravam a aprovação do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) de uma delas na companhia de uma amiga e, como as estudantes moram juntas, não houve aglomeração. Mesmo assim, o vizinho, que é policial do 6º Batalhão da Polícia Militar, e a esposa dele entraram no apartamento e agrediram as meninas. Em um vídeo compartilhado nas redes sociais, o policial e a esposa dele aparecem agredindo e xingando as estudantes. O homem ameaça as jovens enquanto segura um cacetete. O regulamento do prédio permite confraternizações até as 22h, o policial invadiu o apartamento as 22h01. As vítimas já registraram um BO (Boletim de Ocorrência) e realizarão o exame de corpo de delito nesta terça-feira (4). Alunas da UDESC organizam um buzinaço contra o machismo que começa na universidade termina no batalhão da PM, em solidariedade com as colegas, às 18h30 desta quarta-feira. Em nota, o 6º Batalhão da Polícia Militar informou que já instaurou um inquérito de apuração. Informou ainda que o policial em questão já estava em afastamento regulamentar por ser grupo de risco perante a covid-19. "A Instituição afirmar tratar-se de um fato isolado que não condiz com a formação e a preparação dos policiais militares catarinenses. Ressalta ainda, que não coaduna com qualquer conduta irregular, bem como violência contr a mulher", finalizou. #PortalR7 #R7 (📹: Reprodução Twitter)

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“O Comando do 6º Batalhão de Polícia Militar informa que tomou ciência dos vídeos e imagens disseminados em redes sociais, na noite da última segunda-feira [3], em Lages. E, que logo após ter conhecimento dos fatos determinou a instauração do procedimento correcional competente para apuração. O Policial Militar já estava em afastamento regulamentar por se encontrar em grupo de risco perante a covid-19, e as ações ocorreram fora do âmbito profissional.

A Instituição afirma tratar-se de fato isolado que não condiz com a formação e a preparação dos policiais militares catarinenses. Ressalta ainda, que não coaduna com qualquer conduta irregular, bem como violência contra a mulher”. Nas redes sociais, internautas apontaram que as páginas oficiais da Polícia Militar de Santa Catarina têm feito campanha a respeito da violência doméstica, mas que na hora de investigar um oficial do próprio batalhão, não faria “o necessário”. As informações são do site Catraca Livre.

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