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#Chapada: Denúncias de moradores apontam para desvios de recursos da atual gestão da prefeitura de Piatã

Publicações feitas em redes sociais e enviadas ao Jornal da Chapada sugerem desvios de recursos da atual gestão.

Em recentes denúncias contra a atual gestão da prefeitura de Piatã, na Chapada Diamantina, os moradores apontam possíveis irregularidades com o uso de dinheiro público ao analisar os dados divulgados pelo Portal Transparência, que também podem ser encontrados através do Diário Oficial do município. Publicações feitas em redes sociais e enviadas ao Jornal da Chapada sugerem desvios de recursos da atual gestão.

“O portal da prefeitura, administrada por Edwilson Marques [‘Ed Peças’, PDT], divulgou o gasto de quase R$19 milhões em gastos com a limpeza pública. Três empresas com sócios em comum, mesmo endereço e telefone, atuaram entre 2017 e 2020. Serlimp, Serve e Teixera Reis, duas delas já não existem mais”, apontam os denunciantes.

Ainda segundo dados divulgados, a empresa DW Serviços Públicos recebeu da atual gestão da prefeitura de Piatã mais de R$650 mil por ano, ou seja, cerca de R$2,6 milhões. Em 2014, a mesma empresa recebeu R$24 mil para digitação de documentos, e em 2016 foi contratada para reforma da Secretaria de Assistência Social. A prefeitura de Piatã ainda fez contratos de mais de R$430 mil com a empresa Leila Armarinhos (nome fantasia).

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“Só no dia 3 de junho de 2020 [com aulas presenciais suspensas] foram empenhadas cinco compras para a educação, totalizando mais de R$20 mil. Duas delas foram compras iguais com valores próximos, a primeira no nome de Maria Edileila Cardoso Bello, no valor de R$7.762,91, que supostamente destinava-se a aquisição de materiais expediente [almofada para carimbo, apagador, apontador, entre outros], e a outra também no nome de Maria, feita no mesmo dia e para os mesmos fins, no valor de R$7.732,52”, descrevem os moradores.

As denúncias mostram também o caso de uma professora de ballet, que tem o salário maior que professores do município de Piatã. Foram pagos mais de R$26 mil em seis meses. Em uma homologação e extrato de contrato divulgado pela prefeitura (n° 0405/2019), pode-se observar que o contrato vigência entre 3/09/2019 a 31/12/2019 está no valor de R$14.980. Já o outro extrato de contrato também no nome da mesma pessoa (dessa vez inscrito sob o n° 0111/2019) e com vigência entre 4/02/2019 a 30/04/2019 está no valor de R$11.1235.

A reportagem do Jornal da Chapada aguarda posição da prefeitura local sobre as denúncias veiculadas nesta matéria…

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