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Projeto leva debates sobre identidade, saúde e sexualidade à Case Feminina

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Parte das comemorações do mês da mulher, as atividades começaram no dia 9 e seguem até o fim de março | FOTO: Reprodução/Ascom |

O Projeto Menina Mulher está sendo realizado na Comunidade de Atendimento Socioeducativo Feminina de Salvador (Case Feminina). A iniciativa tem o objetivo de melhorar a autoestima das educandas e estabelecer uma formação sobre igualdade de gênero, valorização da identidade, conquista de direitos, saúde da mulher e a importância do combate à violência.

Parte das comemorações do mês da mulher, as atividades começaram no dia 9 e seguem até o fim de março, com apresentações de temáticas variadas, além de dinâmicas de grupo, distribuição de brindes, trabalhos de estética facial e corporal e apresentações culturais, com filmes, peças e sarau literário. A Case Feminina é uma unidade de atendimento da Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac), vinculada à Secretaria da Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS).

A primeira palestra ocorreu no dia 12, com a participação de uma das coordenadoras das Voluntárias Sociais da Bahia, Jussara Carneiro. Na ocasião, com o tema ‘Saúde da Mulher’, ela ressaltou a importância do desenvolvimento pessoal e técnicas de prevenção e monitoramento da saúde, dentro da rede básica de atendimento.

Discussões
Os valores identitários e a importância da denúncia, como ferramenta de combate à violência doméstica, foi a chave do debate realizado pela pedagoga Marta Rodrigues, da SJDHDS, no dia 13. Em uma discussão ampla, com grande interação das adolescentes, muitas jovens contaram relatos pessoais e trocaram informações sobre os métodos de lidar com situações como a violência e a discriminação sexual.

Para a educanda JS, o momento foi único para abrir novos horizontes. “Lidamos com vários momentos que, mesmo sabendo que estão errados, não sabemos o que fazer. Saindo daqui, sei um pouco mais sobre meus direitos, principalmente para utilizar se for novamente discriminada”.

De acordo com Marta Rodrigues, a proposta atingiu o objetivo. “Gostei da resposta do público, foram muitas perguntas, e, além de respondê-las de acordo com a lei, realizamos em conjunto uma retrospectiva sobre a história da cidadania feminina, e a necessidade da desconstrução de um modelo patriarcal e machista que muitas pessoas ainda vivem”.

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