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Fogo continua na Chapada Diamantina e brigadistas querem ajuda de helicópteros em Andaraí

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Há uma estimativa de 2 mil hectares queimados, o incêndio ainda não foi controlado na região do Gerais do Vieira e de Andaraí (Vale do Pati e Garapa) | FOTO: Reprodução/TV Bahia |

Os dois focos de incêndio que atingem o Parque Nacional da Chapada Diamantina ainda não foram extintos. Em contato com o Jornal da Chapada, no final da manhã desta terça (15), o presidente dos Combatentes de Incêndios Florestais de Andaraí (Cifa), Homero Vieira, informou que o foco localizado em Andaraí continua crescendo e possui duas cabeças, uma indo para a região de Garapa, e outra cabeça para a região do Vale do Pati. O outro foco, que é recente e ainda não foi controlado, está no Gerais do Vieira.

Houve também o incêndio na região de Mucugê, que foi combatido por equipes do Prevfogo/Ibama, do ICMBio, por bombeiros e brigadistas voluntários de Mucugê e Barra da Estiva. Atualmente, este incêndio é considerado extinto. Vale ressaltar que os focos de Andaraí, do Gerais do Vieira e de Mucugê não têm ligação entre si. A expectativa, para o trabalho desta terça (15), é que pelo menos 130 pessoas atuem nestes dois focos, entre brigadistas, bombeiros, ICMBio, Prevfogo/Ibama e voluntários. Segundo Homero, o local é muito extenso e de difícil acesso e que precisaria de mais pessoas e equipamentos para conter as chamas.

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O local é muito extenso e de difícil acesso e precisaria de mais pessoas e equipamentos para conter as chamas | FOTO: Reprodução/TV Bahia |

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Apoio
O presidente da Cifa ainda informa que apesar do apoio da prefeitura municipal de Andaraí, do ICMBio, e da Brigada de Andaraí e do governo do Estado ter disponibilizado dois aviões, um item fundamental para o combate de forma mais eficaz ainda não foi fornecido. “É fundamental que a gente tenha um helicóptero e até agora não temos resposta nenhuma sobre isso aí, o que a gente sabe é que está chegando dois aviões, que não é tão importante agora quanto o helicóptero”.

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Com a chegada de um helicóptero a expectativa é de um a dois dias de combate, para que os focos sejam extintos | FOTO: Reprodução/TV Bahia |

Vieira também esclarece sobre a situação do enfrentamento ao fogo, e explica por que um helicóptero é essencial. “Nós temos que andar cerca de 4 a 6 horas para chegar ao local do fogo, então até chegarmos lá, o fogo está aumentando, e com helicóptero essa situação não existiria, pois ele chegaria ao local em 10 a 15 minutos. Então 15 minutos de fogo é um coisa, e o combate seria bem mais eficiente. Com 6 horas de espera o fogo cresce muito, perde-se 6 horas de combate”.

Com a chegada de um helicóptero a expectativa é de um a dois dias de combate, para que os focos sejam extintos. “Se não tiver um helicóptero eu não sei, pois já queimou muito, há uma estimativa de 2 mil hectares queimados”, lamenta Homero. Os pontos turísticos mais afetados foram as regiões da Cachoeira do Ramalho, do Roncador, Garapa, e uma parte do visual no percurso até o Vale do Pati.

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