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Hemoba tem aumento superior a 30% no cadastro de doadores de medula

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Para se tornar um doador, é preciso ter entre 18 e 55 anos incompletos, gozando de boa saúde, preencher um formulário com dados pessoais e realizar a coleta de uma amostra de sangue | FOTO: Divulgação/Hemoba |

A Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba), órgão vinculado à Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), vem aumentando o número de cadastros de doadores de medula óssea durante os últimos anos. Os dados registrados pela instituição apresentam um crescimento significativo, que ultrapassa 30% no número de cadastros entre 2014 e 2015. Atualmente, o Brasil tem o terceiro maior banco de dados do mundo e o segundo que mais cresce, atingindo a marca de 3,2 milhões de cadastros no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) em 2013, realidade bem diferente de dez anos antes, quando, no banco de possíveis doadores, havia apenas 30 mil registros.

A Bahia tem contribuído para esse acréscimo de forma considerável. Durante o ano de 2014, um total de 20.833 pessoas se cadastraram no Redome. Já em 2015, foram 27.140 cadastros registrados, sendo que a meta estipulada pelo Ministério da Saúde é de 20 mil cadastros, por ano, para o estado. Como reflexo deste crescimento, as chances de se encontrar um doador não aparentado no Brasil passaram de 15% para mais de 80%, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer. O Redome é, portanto, a esperança de centenas de brasileiros à espera de um doador compatível, já que a possibilidade de um indivíduo encontrar um doador ideal entre irmãos (mesmo pai e mesma mãe) é de apenas 25%.

Com base em leis genéticas, a chance de compatibilidade estimada entre indivíduos não aparentados é de um para 100 mil. O aumento de cadastros realizados pela Hemoba é devido a contínuas ações de sensibilização, engajamento das unidades de coleta no interior do estado, descentralização do atendimento com as unidades móveis (Hemóveis) e, mais importante ainda, a interação e parceria com diversos segmentos da sociedade, como empresas, igrejas, unidades de saúde, universidades, associações e grupos organizados.

Como ser doador
Para se tornar um doador, é preciso ter entre 18 e 55 anos incompletos, gozando de boa saúde, preencher um formulário com dados pessoais e realizar a coleta de uma amostra de sangue com 5ml para testes de compatibilidade. Os dados pessoais e os resultados dos testes serão armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante. Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação. A retirada da medula é feita por meio de punções no osso da bacia e se recompõe em apenas 15 dias. As informações são do Hemoba.

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