#Tragédia: Sobe para 18 o número de mortos em naufrágio entre Mar Grande-Salvador

Postado em ago 24 2017 - 2:17pm por Jornal da Chapada
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A Sesab informou que cerca de 100 pessoas já deram entrada para atendimento nas unidades de saúde da Ilha de Itaparica, por causa do acidente | FOTO: Sayonara Moreno/Agência Brasil |

Subiu para 18 o número de mortos, após uma lancha virar na manhã desta quinta (24) durante travessia entre Mar Grande e Salvador. A informação é da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), que repassou o número da Capitania dos Portos. A lancha transportava mais de 120 pessoas. A Sesab informou que cerca de 120 pessoas já deram entrada para atendimento nas unidades de saúde da Ilha de Itaparica, por causa do acidente.

A coordenação do Samu informou que os resgatados com vida não serão mais levados para Salvador, serão encaminhados para cidades próximas. Somente casos graves devem ser atendidos na capital. No local do naufrágio, próximo à ilha de Itaparica, agentes dos órgãos de Defesa e Resgate enfrentam dificuldades devido aos fortes ventos.

Busca por informações
No Terminal Marítimo de Salvador, parentes das vítimas se aglomeram em busca de informações. Os órgãos do governo estão prestando no local. Mas alguns reclamam que ainda tem dificuldade em confirmar se parentes estavam na embarcação que naufragou.

A costureira Rosa Maria conta que demorou para conseguir a confirmação da morte da sobrinha, Alessandra Santos, cuja idade não soube precisar. “Ela tem uns 40 anos e não resistiu, foi achada morta na praia, mas o marido dela foi encontrado com vida e socorrido. Eles nos recebem aqui e nos levam para o fundo do terminal para que a imprensa não veja a falta de informação”, diz.

Situação da lancha
Um dos membros da Associação em Defesa dos Passageiros, José Batista Lima, disse que moradores da Ilha de Itaparica já haviam relatado as péssimas condições das lanchas e a falta de fiscalização. “Os moradores da ilha pediram nosso apoio e eu iria para lá no sábado, para averiguar a situação das lanchas e fazer um ofício às autoridades competentes. Os moradores me diziam que se houvesse fiscalização isso não aconteceria, porque a lancha estava em estado muito ruim”, disse. Da Agência Brasil.

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